Uma dor que parece
insuportável, interminável, inexplicável... Uma dor que insiste em se fazer
notar, que traz ao pensamento, minuto a minuto, a pessoa amada, o amor acabado,
a relação falida... O que devo fazer? Como superar essa situação que parece
definitiva, que parece insuperável?
Estou me destruindo por um amor desgastado, desenganado e morto! Um amor sem confiança, sem reciprocidade, sem companheirismo, coagido pelas discussões, críticas e falta de compreensão... Simplesmente insistindo so para não assumir o fim!
Por incrível que pareça, por mais difícil que seja admitir que o brilho se apagou, que a paixão esfriou e que as expectativas cansaram de se frustrar, é muito melhor abrir mão de uma relação morta do que me autocondenar e viver num mundo que, na verdade, não existe mais!
As razões foram muitas para se chegar a isso: falta de diálogo, medo de se entregar, desconfianças, egoísmo exagerado, ou até uma terceira pessoa - que já existia ou chegou depois...
Inconscientemente ou não, propositadamente ou não, o fato é que há sempre uma lição a ser aprendida, mesmo por aquele que está sofrendo, mesmo por aquele que não quer abrir mão do amor, independentemente de sua condição.
Então, a pergunta seria: por que manter uma relação que já não traz felicidade, que transforma cada dia numa batalha, que faz com que eu me sinta pequeno, constrangido, decepcionado, angustiado?
Medo de começar de novo, sozinho, sem a muleta que me colocava no lugar de vítima? Medo de encarar a própria consciência? Medo da solidão, da sensação de derrota, do vazio que inunda o coração? Medo do que mais? O que pode ser mais doloroso do que um amor pisoteado, abandonado, esquecido, destruído? O que pode doer mais do que a indiferença, a ausência da pessoa amada.
Este vazio que perturba, que dói, que faz com que tudo perca a graça e que tira a minha alegria de viver, preciso parar de ficar tentando preencher este vazio com qualquer coisa, com um amor que já não tem mais condições de preencher nada... Olho para esse cantinho frio e triste que existe dentro de mim, e cada instante me convenço mais.. acabou.
Aprendi com a dor. Cresci com o sofrimento. Preciso evoluir e me tornar uma pessoa melhor toda vês que eu perceber um erro que cometi.
E assim, amadurecido, mais consciente e preenchido de um amor-próprio que até então eu não tenho, estarei mais preparando para o novo, para um recomeço com muito mais chances de dar certo! E, quem sabe, até para reconquistar, de fato (com atitudes e um novo jeito de amar) a pessoa que foi embora...
Realmente não esta fácil, mas é absolutamente possível. Por isso, ao invés de massacrar o meu coração insistindo num amor que já acabou, vou cultivar a minha auto-estima, ver-me como merecedor de um grande amor e abrir para uma nova oportunidade de amar, mais preparada e mais eu!
Estou me destruindo por um amor desgastado, desenganado e morto! Um amor sem confiança, sem reciprocidade, sem companheirismo, coagido pelas discussões, críticas e falta de compreensão... Simplesmente insistindo so para não assumir o fim!
Por incrível que pareça, por mais difícil que seja admitir que o brilho se apagou, que a paixão esfriou e que as expectativas cansaram de se frustrar, é muito melhor abrir mão de uma relação morta do que me autocondenar e viver num mundo que, na verdade, não existe mais!
As razões foram muitas para se chegar a isso: falta de diálogo, medo de se entregar, desconfianças, egoísmo exagerado, ou até uma terceira pessoa - que já existia ou chegou depois...
Inconscientemente ou não, propositadamente ou não, o fato é que há sempre uma lição a ser aprendida, mesmo por aquele que está sofrendo, mesmo por aquele que não quer abrir mão do amor, independentemente de sua condição.
Então, a pergunta seria: por que manter uma relação que já não traz felicidade, que transforma cada dia numa batalha, que faz com que eu me sinta pequeno, constrangido, decepcionado, angustiado?
Medo de começar de novo, sozinho, sem a muleta que me colocava no lugar de vítima? Medo de encarar a própria consciência? Medo da solidão, da sensação de derrota, do vazio que inunda o coração? Medo do que mais? O que pode ser mais doloroso do que um amor pisoteado, abandonado, esquecido, destruído? O que pode doer mais do que a indiferença, a ausência da pessoa amada.
Este vazio que perturba, que dói, que faz com que tudo perca a graça e que tira a minha alegria de viver, preciso parar de ficar tentando preencher este vazio com qualquer coisa, com um amor que já não tem mais condições de preencher nada... Olho para esse cantinho frio e triste que existe dentro de mim, e cada instante me convenço mais.. acabou.
Aprendi com a dor. Cresci com o sofrimento. Preciso evoluir e me tornar uma pessoa melhor toda vês que eu perceber um erro que cometi.
E assim, amadurecido, mais consciente e preenchido de um amor-próprio que até então eu não tenho, estarei mais preparando para o novo, para um recomeço com muito mais chances de dar certo! E, quem sabe, até para reconquistar, de fato (com atitudes e um novo jeito de amar) a pessoa que foi embora...
Realmente não esta fácil, mas é absolutamente possível. Por isso, ao invés de massacrar o meu coração insistindo num amor que já acabou, vou cultivar a minha auto-estima, ver-me como merecedor de um grande amor e abrir para uma nova oportunidade de amar, mais preparada e mais eu!
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